O que fazer com o Sistema Único?

 

O Ministério Público Federal gastou (e gasta) muito com o sistema Único. Existe a necessidade de repensar o modelo vigente, que levou o Único a se distanciar do usuário. 

 

Minha proposta inicial é torná-lo mais leve, intuitivo, priorizando suas funcionalidades voltadas à atividade-fim.  A par disto, empoderar o usuário do Único e estabelecer prazos para resolução de bugs e feedback ao usuário. Defendo aperfeiçoamentos de forma permanente ao sistema.

 

Priorizar a adequação do Único, ao invés do seu descarte imediato, prestigia imperativos de segurança interna e evita a perda pura e simples de tudo que se investiu nele, em um quadro de falta de recursos para investimento de vulto como seria a compra de solução customizada no mercado.

 

Ao lado disso, a adequação do eProc pode ser estudada imediatamente, de modo que possa ser definitivamente decidida sobre a viabilidade de sua adoção sem solução de continuidade. Destaco que para a adoção do eProc teremos fatalmente que realizar adaptações, que também levam algum tempo, e verificar o custo-benefício de uma transição entre sistemas.

 

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SOMAR EXPERIÊNCIAS E PONTOS DE VISTAS É FUNDAMENTAL PARA DISCUTIR  O QUE FAZER COM O SISTEMA ÚNICO. TODOS OS USUÁRIOS PODEM AJUDAR A CONSTRUIR UM SISTEMA MAIS AMIGÁVEL E ÚTIL À ATIVIDADE-FIM!

 

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